Eu, Robô – Isaac Asimov | A evolução dos robôs em nove contos…

Deixei a cereja do bolo por último! Depois de ter lido os outros catorze livros do bom Doutor, a série dos robôs, a trilogia da fundação, incluindo seu declínio e ascensão, e as histórias do império galático, chegou a vez de me aventurar pelas histórias de robôs, reunidas neste livro em nove graciosos capítulos, contandoContinuar lendo “Eu, Robô – Isaac Asimov | A evolução dos robôs em nove contos…”

RUR: Robôs Universais de Rossum, por Karel Čapek | Indispensável para os amantes de ficção científica!

Quando nos tornamos amantes da ficção científica, descobrir a origem da palavra robô é algo indispensável. Segundo é contado nos textos de apoio, a alcunha de robô tal qual comumente conhecemos hoje veio de uma conversa entre o autor da obra, Karel Tchapek, e seu irmão, o pintor Josef. Ele queria algum nome para oContinuar lendo “RUR: Robôs Universais de Rossum, por Karel Čapek | Indispensável para os amantes de ficção científica!”

Fundação: Declínio e Ascensão, Isaac Asimov | A saga continua…

Depois de muitos pedidos, Isaac Asimov acabou se rendendo e escreveu a continuação da trilogia da Fundação. Foram mais quatro livros, sendo que os dois primeiros se passam cronologicamente após o término da trilogia, enquanto que os dois últimos se passam antes. Segue abaixo minhas impressões e um breve resumo de cada um deles. EsperoContinuar lendo “Fundação: Declínio e Ascensão, Isaac Asimov | A saga continua…”

Máquinas como eu: E gente como vocês, por Ian McEwan | Até que ponto criaremos máquinas como nós? Seremos algum dia superados por elas?

Já estamos em uma era em que é possível comprar robôs domésticos para nos auxiliar em pequenas tarefas do dia a dia. Mas será que conseguimos imaginar como seria se este robô fosse dotado de uma inteligência artificial que pudesse aprender constantemente, chegando a nos dar a ilusão de que possui sentimentos, pode se apaixonar,Continuar lendo “Máquinas como eu: E gente como vocês, por Ian McEwan | Até que ponto criaremos máquinas como nós? Seremos algum dia superados por elas?”