Um clássico de ficção científica para ser devorado antes que o personagem principal o seja pelos seus horripilantes perseguidores que ressurgem toda noite em mais uma tentativa de atacá-lo!
Robert Neville, o protagonista e solitário personagem principal, possivelmente o último e único ser humano normal existente na Terra, sobrevive em meio a mortos-vivos vampirescos que o aterrorizam, criaturas que já foram seres humanos normais um dia, sendo um deles seu próprio vizinho, Ben Cortman, com o qual pegava carona para ir a seu antigo trabalho.
Algo aconteceu, uma peste, um vírus, bactéria ou germe, um ambiente pós apocalíptico que surge e acomete a quase todos, menos a ele, que por algum motivo ficou imune e não se tornou um deles.
Vive assim em meio a seus medos, ora brigando consigo mesmo, com suas lembranças de uma vida passada quando então ainda era parte de uma família normal com esposa e filha, ora brigando com os seres mutantes, que o atacam e o tentam, mulheres depravadas que o chamam e quase vencem sua relutância por resistir, já que quase não consegue mais viver sem a companhia de alguém.
Uma obra que tenta mostrar como seria viver em uma situação hipotética e imaginária como essa, deixando uma pessoa a beira da loucura, se perguntando todos os dias qual o motivo de ter sido a única a ser mantida viva e sã, não seria mais fácil dar um fim digno de uma vez por todas? Por que continuar lutando? Para simplesmente virar uma lenda no futuro?

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